Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos ainda quentes
Eu não tinha roupas manchadas.Eu tinha calmas conversas ao telefone.Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim,nem me beliscou sem nenhum cuidado,com dedinhos de unhas finas.Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente,meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.... eu dormia a noite toda ...Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dore a satisfação de ser uma mãe.Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus ,por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.Obrigada Deus por permitir-me ser Mãe!
30 outubro, 2009
Antes de ser Mãe......
Publicada por suzy à(s) 4:13 p.m. 2 comentários
29 outubro, 2009
23 outubro, 2009
Dormir!?? Nãooooo....
Bem, ontem foi um filme para adormecer o Martim, não queria dormir de maneira nenhuma e o problema é k estava cheio de sono, tão depressa se ria como a seguir resmungava e ficava aborrecido! Eu e o papá tentamos tudo, brincamos com ele pra ver se ele ficava mais cançado mas nada, tentava deita-lo na caminha pra ver se ele ficava e nada! Querem saber como o adormeci!? Só visto mesmo!!!!! lol... pus ele em pé no meu colo e em cima do móvel estava uma revista da Maria ele esteve a volta de 30 minutos a olhar para a revista e sempre que eu o tentava tirar ele resmungava, deve ter gostado da capa que tinha a Vera Kolodzid, lol...
Deixei-o estar e quando me apercebi ele ja estava a nanar.... K filme.
Já estava desde as 21.30h a tentar adomeçe-lo e só consegui ja eram 24h....
Publicada por suzy à(s) 3:32 p.m. 0 comentários
20 outubro, 2009
Gargalhadas
Na passada sexta feira fiquei super contente, consegui pôr o Martim a dar gargalhadas, mas grandes gargalhadas mesmo!! :)
Fiquei mesmo contente, começei com umas cocegas na barriguita e ele fartava-se de rir! A noite tentei mostrar ao papá mas o martim não quis que o papá visse as gargalhadas dele, lol! Só se ri assim quando estamos os dois sozinhos, e não o consigo filmar porque sempre que ponha a maquina a filmar ele tambem já não se ri, lol!!!! É o meu maluquito... lol
Publicada por suzy à(s) 3:08 p.m. 0 comentários
16 outubro, 2009
Ser Mãe.....
O funcionário insistiu:
- O que eu pergunto é se tem uma ocupação, um trabalho?
- Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana, sou Mãe.
- Nós não consideramos isso um trabalho. Vou pôr “dona de casa”, respondeu o funcionário friamente.
Uma amiga da Ana, a Marta, soube do que se passara e, durante algum tempo, meditou no assunto. Num determinado dia, encontrou-se em situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.
A primeira pergunta foi:
- Qual é a sua ocupação?
Marta pensou um pouco e, sem saber bem como, respondeu:
- Sou doutora em desenvolvimento infantil e relações humanas.
A funcionária fez um ar de estupefacção e Marta repetiu, palavra por palavra, a sua afirmação.
Depois de ter anotado tudo, a funcionária ousou perguntar:
- Posso saber o que a senhora faz exactamente?
Sem qualquer hesitação, em tom firme, com muita calma, a Marta explicou:
- Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa...
E, pensando na sua família, ela continuou:
- Sou responsável por uma equipa e já recebi quatro projectos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, por vezes, mesmo de 24 horas.
À medida que ia descrevendo as suas responsabilidades, Marta notou um crescente respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o questionário com os dados fornecidos.
Quando chegou a casa, Marta foi recebida pela sua equipa: três meninas de 13, 7 e 3 anos. Subindo ao andar de cima da casa, ouviu o seu mais jovem projecto, um bebé de 6 meses, a ensaiar um conjunto de novas sonoridades.
Feliz, Marta tomou o seu bebé nos braços e pensou na glória da maternidade, nas suas múltiplas responsabilidades e nas horas intermináveis de dedicação...
- Mãe, onde estão os meus sapatos?
- Mãe, ajuda-me a fazer os deveres...
- Mãe, o bebé não pára de chorar...
- Mãe, vais buscar-me à escola?
- Mãe, vais comigo à aula de ballet?
- Mãe, compra-me...
- Mãe...
Sentada na cama, Marta pensou:
- Se eu, sendo mãe, sou Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que serão as avós? E logo descobriu um título para elas: Doutoras-seniores em desenvolvimento infantil e em relações humanas. E as bisavós? Doutoras executivas-seniores. E as tias? Doutoras assistentes. E todas as mães, esposas, amigas e companheiras? Doutoras na arte de tornar a vida melhor.
E a história, de autor desconhecido, termina com um apelo: “Num mundo em que se dá tanta importância aos títulos, em que se exige sempre especialização nas mais diversas áreas profissionais, torna-te um(a) especialista na arte de amar”.
É assim a grandeza tantas vezes mal apreciada de ser Mãe. Para isso, não precisará de títulos académicos; mas, de certeza, que vai precisar cada vez mais dos conhecimentos das ciências humanas e da ciência do coração, da sabedoria e da generosidade, para se tornar uma especialista na arte de amar.
Construir um lar só dá para mulheres (e homens) que tenham descoberto a beleza do amor e a ponham acima de outros interesses na vida. Ser Mãe não implica que, a mulher deixe de ter acesso à cultura, ao saber, ao trabalho, à independência económica; mas, por favor, que tudo isso não relegue para um plano secundário a beleza do amor e a fonte de vida que traz em si.
Publicada por suzy à(s) 3:51 p.m. 0 comentários





